Começo este trabalho pedindo desculpas. Primeiro porque não o articulo com um caso clínico, que sempre ajuda a tornar mais palatável a transmissão. Segundo porque o sei inacabado, pois em sua finalização descobri caminhos, desconhecidos por mim no início, e que, por ter chegado o momento de sua conclusão, não pude percorrê-los. Justifico as minhas faltas explicando que as questões que o motivaram não partiram de casos que me interrogavam na clínica, mas de mim mesma no percurso clínico que venho travando, de formação em Psicanálise. Acho que ele ilustra o quanto estou inacabada então. Por diversas vezes pensei em desistir de apresentar, por considerá-lo primário, torpe, com muitos buracos, impasses, e erros que nem conseguia perceber, até que resolvi pedir ajuda a colegas aqui da ALPL. E eles me apontaram alguns caminhos. Vou apresentar a vocês o caminho que percorri até aqui, onde não encontrei saída, e o que vislumbrei após essa interlocução.
A partir das temáticas do Fantasma e da Feminilidade, estudadas ao longo deste ano, a questão que norteou a construção desse trabalho foi: o lugar do analista teria a ver com uma posição feminina? Sobre isso, Lacan (1975[1] apud ALVARENGA, ) diz que “as mulheres analistas são as melhores. São melhores que o homem analista".
Começarei falando sobre o lugar do analista. Miller (2010 apud Lacan, 1958-59) coloca que o analista consente em ocupar o lugar de objeto a do analisando, fazendo parte do Fantasma dele. “O analista, colocado no lugar da causa do desejo, está ali para captar o próprio sujeito como objeto (...) o sujeito como desejante do desejo do Outro, a partir da posição de causa desse desejo do Outro” (RABINOVICH, 2000, p. 84).
Importa então compreender o processo que esse sujeito analista percorreu, desde ser objeto de um outro (Outro), na construção de seu próprio Fantasma, para poder colocar-se novamente nesta posição, diante do analisante, mas de uma forma diferente.
A formação de um analista se dá no final de uma análise. Isso implica em consentir com a falta primordial que habita o sujeito desde o princípio, que o constituiu, e que ele foi, ao longo da vida, defendendo-se, de modo a escamoteá-la. Que o analista tenha desvencilhado dos embaraços de colocar-se como objeto de desejo do outro, que mascararia a falta de ambos, consentindo com ela, fazendo-se sujeito do desejo, para, por fim, voltar a ocupar a posição de objeto do Outro (mas agora como semblante). No momento em que se propõe a ocupar a posição de um analista, Rabinovich (2000, p. 30), traz que o analista “finge esquecer”o percurso de sua própria análise. Assim, deixa espaço para que o dispositivo “desejo do analista” opere.
Por outro lado, Lacan também coloca, em determinado momento de sua obra (1972/2003 e 1972-73/1985), que uma mulher é aquela que consente em ocupar o lugar de objeto a para um homem. O termo sexuação que ele utiliza não está referido ao sexo biológico, mas o homem e a mulher são identificados por suas modalidades de gozo. “É homem o sujeito inteiramente submetido à função fálica. Por isso a castração é o seu destino, assim como o gozo fálico, ao qual ele tem acesso através do Fantasma. É mulher, ao contrário, o Outro, o que não está todo submetido ao regime do gozo fálico, e ao qual cabe um outro gozo, suplementar (...)” (p. 138). Não desenvolverei sobre os gozos no meu trabalho na tentativa de delimitar minha questão em torno de um recorte que realizo, que é, dentro do quadro da sexuação, a mulher colocar-se como objeto a para o homem).
Voltando à frase de Lacan, das mulheres analistas, segundo Alvarenga ( ), quando Lacan (1975) fala “mulheres” no plural faz referência ao quadro da sexuação que ele desenvolve nessa época. O fato de as mulheres não terem um elemento definidor, como do lado do homem, impede que se estabeleça uma universalidade com relação a elas (LACAN, 1972-73; TEIXEIRA, 1991). Soler (2005) complementa dizendo que é sempre para um outro que a mulher se define. Assim, a definição do ser feminino passaria sempre pela mediação do sexo oposto, ou seja, o lugar da mulher não diz nada sobre seu ser em si, é sempre em ser para o Outro (homem). Ela desdobra as várias definições de Lacan ao longo de seu ensino a respeito da mulher: ser o falo, ser o objeto a e ser o sintoma do homem.
Eu consegui chegar até a segunda definição de Lacan, e penso que o impasse no qual cheguei diga respeito à falta de leitura do Seminário 10, que é quando ele desenvolve o conceito de objeto a; e depois os seminários 23 (O Synthoma) e 22 (RSI), que é onde ele fala da mulher enquanto sintoma do homem e do analista enquanto sintoma do analisando.
1.A mulher enquanto falo
Segundo Lacan (1958) a mulher situa-se frente ao parceiro fazendo semblante de falo, mas também encontra-se muito próxima à posição original de objeto ocupada por ela frente ao Outro materno, antes do atravessamento do Édipo, ou seja, sem a mediação do falo. Essa é uma posição perigosa, pois posicionar-se enquanto objeto deve ser intercalado com ser regido pela normativa fálica.
Essa posição de objeto original se dá na constituição do sujeito do inconsciente, a partir da construção de seu Fantasma. Lacan (1958-59) diz que essa montagem assegura, por um lado, o sujeito enquanto desejante, e por outro, essa condição se dá por ele identificar-se a um objeto. O sujeito busca um reconhecimento de seu ser no Outro, porém não o encontra, e é frente a essa falta, que se dá, como defesa, a construção do Fantasma.
O fantasma marca o momento do fading do sujeito em que o sujeito não acha nada no Outro que lhe garanta .... que lhe permita situar-se e nomear-se no nível do discurso do Outro, isto é, como sujeito do inconsciente (...) a é o que intervém para suportar esse momento...em que o sujeito apaga-se...para se designar no nível do desejo (LACAN, 1958-59, p. 289 / 400).
Na relação do bebê com a mãe, esta aparece enquanto Outro da linguagem que não tem um significante que autentique e garanta a sequência de significantes (p. 400). Essa experiência, ao mesmo tempo que funda $ (S barrado), faz aparecer o a, que é o que cai do sujeito, separando-se dele. Essa separação é dada pela entrada na linguagem, segundo Teixeira (1991), a partir da intervenção do pai (castração).
Este objeto do qual o sujeito se separa fica para sempre perdido (e buscado), e é em torno dele que a pulsão faz contorno, assumindo várias formas. Freud localiza nos objetos das pulsões parciais (boca, ânus, falo e genitais) e Lacan (1963-64) os denomina de objetos pré-genitais, composto pelos objetos pulsionais – oral, anal, voz e olhar). De acordo com Amigo (1995), essas são as zonas erógenas, onde a pulsão circula em volta de um objeto que é vazio.
Tais objetos configuram-se em um ou em outro, de acordo com a particularidade da estória de cada sujeito. Lembro da fala de alguns pacientes, que se dizem objetos do olhar que provoca vergonha (sonhava que estava nua); ou objeto de um olhar que tudo vê e controla suas escolhas, seu corpo, suas vontades; boca a ser alimentada (uma paciente se pergunta porque sua mãe fazia dieta e a engordava ao mesmo tempo).
Tsyler (2014, p. 31) coloca que a escolha do sujeito é a resposta que ele dá à pergunta “O que o Outro quer de mim?”, e é isso que vai determinar o seu fantasma. O objeto a é o que passa a designar o sujeito, a partir deste momento. Essa redução podemos encontrar em uma frase que se repete nas inúmeras cenas que os pacientes nos relatam na análise “sou explorado” “sou feita de boba” “sou humilhada” “sou agredida ”sou espancada”. Seriam os destinos, re-encontros aos quais o sujeito se depara em diferentes situações, com diferentes pessoas, ao longo da vida.
A partir da castração a construção do Fantasma possibilita ao sujeito articular um ponto de basta nessa relação de objeto que se coloca frente ao Outro primordial, podendo então fazer a báscula entre as posições de sujeito e objeto. Lacan (1958-59) coloca que, a partir da Castração, onde o sujeito é mutilado do falo, ele posiciona-se enquanto homem ou mulher. Segundo Lacan, a experiência da Castração orienta a pulsão sexual (o desejo), e “é uma realização do ser no sujeito” (ser homem ou ser mulher?) (p. 409)
Para compreender o que isso significa, acho importante retornar ao que Freud e Lacan falam sobre a Castração. Freud relaciona essa experiência ao Édipo, onde, no final dele, o sujeito se depara com a diferença sexual: os que têm o falo, e os que não o têm. Ou seja, a falta fálica é resolvida no plano do ter. Cada sujeito se posiciona a partir dessas duas escolhas. A feminilidade, para Freud, implica em admitir a falta de falo e restituir-se na promessa de um bebê, que ocupa esse lugar. Lacan dá uma nova direção à questão, a partir da dimensão do ser, uma mulher seria aquela que, admitindo não ter o falo, encarna-o enquanto semblante para um homem (LACAN, 1957-58).
2 A Mulher enquanto objeto a
Posteriormente, segundo Soler (2005), Lacan desdobra o objeto a em dois, o objeto suporte do desejo (que aponta para a falta) (a-) e objeto de satisfação (a+).
Objeto causa ---objeto – falta
---objeto – gozo
A partir disso, ele desdobra a posição feminina em duas possibilidades. Soler (2006, p. 51-52) coloca que Lacan, em “A direção do tratamento”, modifica a sua primeira concepção quanto ao posicionamento feminino: ao comentar o caso da Bela Açougueira de Freud, ele delimita que colocar-se enquanto falo (“identificação com o significante do desejo”) para o homem é da histeria. E que a feminilidade implicaria em colocar-se como complemento do desejo masculino. A mulher consente em se deixar desejar pelo homem. A diferença implicaria que na histeria, estaria situada enquanto objeto de desejo (a-), e na faminilidade, enquanto objeto de gozo (a+).
A histérica quer deixar o gozo insatisfeito, e interrogar a causa do desejo do homem, enquanto a mulher quer gozar. E, continua, no texto “O Aturdito” (LACAN, 1972/2003), “ele é acompanhado por um querer fazer gozar”. Ou seja, o gozo do parceiro é o objeto causa do desejo da mulher.
De acordo com Teixeira (1991; 2014), para uma mulher, bancar o objeto a para um homem é vestir-se daquilo que causa nele o desejo, fazer parte do Fantasma de um homem. Essa posição exige uma certa dessubjetivação. Isso porque é impossível para o homem gozar da mulher como um todo, assim, o homem toma a mulher como objeto parcial daquilo que seria o corpo do Outro (partes fetichizadas – olhar, voz, pele, pedaços de corpo). Ocupar essa posição tem a ver com ocupar o lugar de dejeto, resto. Na minha clínica, minha experiência neste sentido foi com mulheres, do sexo feminino, queixando-se ou não consentindo em permanecer na posição de objeto para um homem. Interpretam como perda da subjetividade, perda de controle, humilhação, sentem-se usadas, mercadorias, submetidas, menos, quando é convocada em ser objeto de desejo de um homem.
O que dá um certo conforto à mulher ocupar essa posição é o amor, que pode vir junto, possibilitando a ela ser o objeto de um homem. Na impossibilidade de ser A mulher, ela pode ser a mulher de um homem. Isso dá uma sustentação ao seu ser, uma vez que a posição da mulher, como foi falado, por estar não-toda na referência fálica, impede-a de referenciar-se.
3 A Mulher e a Posição do Analista
Miller (2010) coloca que uma mulher, dentro do que Lacan propõe no quadro da sexuação, por ter acesso a S(A/) (significante da falta no Outro), sabe que o Outro não existe, as mulheres seriam por isso, “mais amigas do real”. Ele ainda diz que Lacan, no Seminário 10 afirma que o fato de as mulheres suportarem ser objeto do desejo na sexuação, lhes daria certa facilidade para a posição do analista. Por conta dessa vivência ela compreenderia o que é o desejo do analista, pois identifica-se com a própria falta (a-).
Conforme desenvolvi aqui, o analista ocupa a posição do objeto do fantasma do analisando. Assim como a mulher ocupa, na fórmula da sexuação, a posição de objeto do fantasma do homem. Qual a diferença nesses estatutos de objeto? Haveria uma diferença?
Soler (2005) diz que “a mulher reveste-se do brilho fálico para colocar-se de objeto agalmático” (p. 63). Já o lugar do analista varia de acordo com o momento transferencial, de sujeito suposto saber a resto.
Vou tentar articular as duas coisas. Conforme falei no início de meu trabalho, o posicionamento de um sujeito em analista é possibilitado pelo fim de sua análise. Barbieri (1996) diz que a saída para o sujeito do sexo feminino se faz na análise por um arranjo que permita a assunção de sua falta, tornando possível fazer semblante de objeto causa do desejo. Parti da pergunta se essa posição se articula com a posição da mulher, uma vez que em ambos os casos implica em admitir a falta e ocupar o lugar de objeto para um outro. Miller (2010) coloca que denomina de mulheres os seres que têm uma relação essencial com o nada.
E o analista é aquele que oferta um vazio, e ao ofertar esse vazio possibilita ao analisando perceber-se no enganchamento de suas relações primordiais, que o configuraram enquanto sujeito na vida, e que posição tomou diante delas. Possibilita ao paciente, como foi dito acima, encontrar-se com “o desejo de seu Outro”.
O psicanalista deve oferecer um vazio, deixar livre o lugar do próprio desejo (...) para que o desejo do paciente se realize enquanto desejo do Outro através desse instrumento para sua realização que é o analista enquanto tal (RABINOVICH, p. 15, 2000).
A partir de todo esse percurso, retorno ao ponto inicial de minha questão. Penso que o valor subversivo da Psicanálise se encontra justamente aí: a cada mais um curso, mais uma reunião clínica, mais uma supervisão, mais uma sessão de análise que um praticante da Psicanálise faz, não vêm no sentido de uma somatória, pelo contrário, todos esses mais são para esvaziar-se, e conseguir posicionar-se como menos ao ocupar a posição de analista.
Porém, se esse lugar tem a ver com o objeto a, de causar o desejo de saber do analisando por outro lado, o que Lacan fala a respeito da mulher implica em ocupar o lugar de objeto de desejo, e não causa de desejo. O lugar do analista se equipara então ao do falo? Porém o lugar do analista não se equipara ao da histérica. Foi nesse ponto que eu não consegui ir adiante. Diante desse impasse, um colega ajudou, “atrapalhando”, conforme ele mesmo diz, pontuando que essa divisão entre as duas formas do objeto a, Lacan ainda não tinha desenvolvido na época do Seminário 6. Fui ler um pouco sobre o desenvolvimento do conceito de objeto a no seminário 10, somente para poder concluir o meu trabalho, mas sei que essa conclusão marca apenas o inicio de um outro caminho que terei que percorrer a partir daqui.
De acordo com Teixeira ( ), no seminário 10 Lacan denomina o objeto a como “causa do desejo”. É a partir do molde desse objeto-causa que o sujeito busca os objetos do desejo (existentes no mundo)
Ele diz que Lacan fala de duas operações distintas que dizem respeito à relação do sujeito com o objeto a: a primeira, que Lacan chama de “separtição”, seria aquele que separa-se do sujeito, constituindo-o enquanto barrado. Este imaterial, intangível e insubjetivável. O segundo seria a “cessão”, que se passa entre o sujeito e o Outro, e é algo que o sujeito oferta ao Outro, porque supõe que ele lhe demande (para completá-lo?). Aqui entram as dimensões, real e imaginária do objeto a. Nesse seminário ele põe o falo como uma das formas positivadas do objeto a, dimensão que ele abandona posteriormente em seu ensino. O objeto cedido é um objeto imaginário, ele se situa no corpo. Teixeira diz ainda que no seminário 20, quando Lacan diz que o homem toma a mulher por a, ele toma o objeto a na sua vertente imaginária, positivada, como uma parte do corpo da mulher.
Por ora, o que consigo pensar é que, nesse desdobramento do objeto a que Lacan realiza no seminário 10, este objeto a em que a mulher é tomada pelo homem implica na face positivada dele (enquanto partes do corpo, objetos pulsionais). Já o analista fica no lugar do objeto a negativado, causa de desejo. Conforme falei no início do meu trabalho, intuo que o conceito que Lacan desdobra sobre o objeto a e o sintoma, ao avançar na teoria, me ajudarão a prosseguir.
Confesso que, tão difícil quanto começar este trabalho foi finalizá-lo, pois não o considero concluído. Lembrei-me então de uma frase do Miguel de Cervantes a qual sempre gostei, e então, peço ajuda ao escritor para encerrar: “Caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao caminhar”. Sigo então, caminhando.
REFERÊNCIAS
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